terça-feira, 11 de maio de 2010

"Ninguém lhe disse que ela não está respirando? Ola, eu sou a sua mente, dando a você alguem pra lhe dizer Olá"

XXXXXXXXXXX, 11 de maio de 2010.
Exatamente às 23:46 hs.

Eu temo, minha cara Aleto, que eu já tenha escrito tudo.
Paavras por palavras. E nada que restou merece ser pronunciado pela minha boca, forçando minha voz.
Há tanto em mim sendo disperdiçado. Há tantos amigos e geente sempre a volta que sinto falta dos momentos em que eramos apenas ele e eu. Eu gostava daquela solidão conjunta. Daquela proteção de tudo. E tudo agora se foi.
Não há como explicar. Todas as esperanças se foram e eu, amiga Aleto, ainda snho o dia que ele vai voltar. Mas no fundo, algo grita em mim que ele não vem. Que tudo se quebrou, como tinha de ser.
Eu aprendi a esperar o melhhor de tudo. Eu aprendi a ter esperanas, aprendi a ter mais com o que contar que apenas a ideia louca de que tudo daria errado.
E toda essa base otimistta, minha amiga, está caindo. Dia após dia, diante de meus olhos.
Eu me pergunto, por vezes ao dia, se não há algo faltando pra ele. Ou se ele já supriu tudo o que precisava. Eu me pergunto em quem ele pensa antes de dormir. E se pensa em alguém.
Me pergunto se o vazio gritando só eeu posso ouvir.
E noie após noite, miinha amada, ninguém me responde.

E chorar em silencio, em segredo é tão angusiante. Com a certeza de que ninguem virá.

Thaís.

Um comentário:

Mila disse...

So sad :(
Fica assim não Thís!
Quem perdeu não foi vc, foi ele.

bjinhos